Body Talk e a dor

A Dor e a Saúde:

Costumamos falar que o Body Talk lida com a saúde, mas sabemos que a saúde tem outra face: a dor. Assim como o dia e a noite são faces de um mesmo tempo que se mesclam na aurora e na alvorada, nos mostrando que cada momento tem a sua altivez e a sua sombra. A beleza da noite nos é dada pela consciência da luz e beleza da luz nos é dada pela consciência da noite. Assim somos nós também: temos nosso momento de luz e nosso momento de sombra e a saúde e a dor fazem parte desses momentos.

Objetivo do Body Talk:

O Body Talk ajuda a eliminar a dor, mas não elimina a possibilidade de você vir a ter dor. O Body Talk ajuda a você olhar a sua dor e a ressignificar a sua vida, ou seja, ajuda a você dar um novo significado à dor e assim caminhar de maneira mais suave e serena pela vida, com ou sem ela.

A Dor como Sinal de Alarme:

Temos muitas dores e todas elas devem ser acolhidas. Mesmo que a pessoa não nomeie o que se passa com ela como sendo dor, tudo é dor. São dores físicas, emocionais, psicológicas ou mentais. A dor é um sistema de alarme, sem ela o corpo se torna vulnerável, as pessoas se tornam vulneráveis. Ela permite que saibamos a hora em que está se machucando. Se não sentirmos dor, seremos machucados e não perceberemos, por isso, a dor não é uma inimiga, ela é a amiga leal enviada pelo seu próprio corpo para alertá-lo sobre um perigo. A dor vista como inimiga e não como um sinal de advertência perde o seu poder de instruir, pois a dor ensina quais os abusos a se evitar e quais as qualidades que o corpo necessita para ter uma vida mais saudável.  A dor pode ser uma ansiedade, uma angústia, confusão mental, insegurança! Não importa! Tudo é dor! A Terapia Body Talk nos ajuda a ouvir a dor e depois aprender a lidar com ela, para preservar o corpo e a nossa saúde mental, emocional, psicológica e espiritual.

Quando me Amei de Verdade

Charles Chaplin

Quando me amei de verdade… compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento certo, no momento exato. E então, eu pude relaxar. Hoje sei que isso tem um nome… autoestima.

Quando me amei de verdade… pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é… autenticidade.

Quando me amei de verdade… parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para meu crescimento. Hoje chamo isso de… amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo somente para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está preparada. Hoje sei que o nome disso é… respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… pessoas, tarefas, toda e qualquer coisa que me pusesse para baixo. Inicialmente minha razão chamou a essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos e abandonei os projetos megalômanos para o futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, dessa maneira, errei menos. Hoje descobri… a humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Isso é… saber viver.

ESSA TERAPIA NÃO SUBSTITUI OUTROS TRATAMENTOS DA MEDICINA TRADICIONAL. PROCURE SEMPRE O SEU MÉDICO E SIGA CORRETAMENTE SUAS PRESCRIÇÕES E ORIENTAÇÕES.

Comments are closed.